Nutre a alma com tua essência...

quinta-feira, 16 de novembro de 2017



Andando em círculos,
Me perdi no caminho.
Nada muda,
Estou caindo...

E girando com os olhos fechados
Te busco em qualquer direção.
Sua voz parece ter desaparecido,
Não tenho opção.

E com o céu nublado
As estrelas ficam mais distantes.
Mas se tu fores o sol
A luz é constante.
















domingo, 29 de outubro de 2017

Luzes


Tudo o que há agora é silêncio e ele diz tanto... Escreve histórias e os capítulos parecem eternos. Talvez o jantar fique pra depois, as palavras fiquem pra depois e quem sabe o conforto de um abraço chegue de madrugada mas deixe as luzes acesas,meu bem, e eu saberei que ainda está aí.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017



Têm dias que o cansaço chega nos puxando pra baixo e enquanto eu falo com o meu cachorro no sofá da sala, ali mesmo eu queria apagar como quando assitia TV Globinho em tempos de infância.
E se foi mais um dia... E a vida adulta tem disso mesmo, menos contato com as pessoas, menos tempo livre, mais responsabilidade e mais cansaço... A liberdade é maior mas falta tempo no relógio para usufrui-la.  Na hora do jantar vem os primeiros bocejos, os olhos diminuem de tamanho e a mente já deita na cama...
Vem, sonhos, acalmar a euforia, me trazer calmaria que amanhã tem mais.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Chega o momento de refletir sobre o favorável ao descartável, então, a gente foca em si e desfoca ao redor. Pensa em todos os pesos e medidas que se têm na vida, sobre o presente, o passado e o que há por vir. É imprevisível o que se colhe mesmo com metas, a gente desenha um traço fino de vida e o destino nos rabisca diferente. É revigorante tentar se enxergar por dentro, essa visão crua não te esconde nada. Tudo está para ser moldado, o aprimoramento é alcançável. 

sábado, 17 de dezembro de 2016

Inumerável



Um, dois, três...,
Noites em claro,
Silêncio quebrado,
Quatro, cinco, seis...
De quem será a vez?

Podem correr, se lamentar
Não tem como escapar,
Com tanto ódio e ganância
Alguém sobreviverá?

No meio da fumaça,
Vultos rastejando,
Cai dinheiro do céu
E sangue derramado no chão
Na guerra não tem perdão

Será velho, adulto ou criança?
Sete, oito, nove...
Vidas se foram em vão
Por tanto ódio do homem
Que quer ter sempre razão...


Caem bombas do céu,
Caem lágrimas no chão,
Um suspiro na fumaça
E fogo no portão
Será que existe a Redenção?






segunda-feira, 28 de novembro de 2016



Há de se renovar
Quando as folhas caem...

Há de se segurar
Quando tudo balança
E os olhos fechados
Exigem concentração.

Não é tão fácil
O cérebro querer
Desligar no meio de tudo,
Não é tão fácil
Não errar...

Tudo encontra o seu lugar
E ficar parado não dá,

As folhas caem
E eu preciso plantar.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Valente, nada mole!



Grande menino...
Conquistador,
Tão nobre,
De grande valor...

Da delicadeza de uma flor,
Com a coragem de um lutador.
A bravura era mais esplêndida
Que a riqueza exterior...

Tantas vezes quiseram lhe pisar,
Tiraram-lhe suas forças
As asas para voar,
Fecharam seus olhos
E nada haveria para enxergar...

Pobre menino,
Pisado, 
Caído,
Á beira do abismo...

Sua única riqueza
É o coração enorme.
E Vive como pode,
Valente, nada mole!

Destemido,
Corajoso,
Sonhador...
De causar inveja 
À quem tinha tudo,
Menos amor!